fico preso as marcas, pensando alto naquilo que sou.
O que é óbvio tornar-se assim comum.
Sou louco em não pertencer a um grupo fixo
(...)
Sinto vontade.
Quem sabe de ir ali: perto do outro lado de cá!
(...)
O corpo vai esfriando, às vezes, sentindo apenas a falta de calor
Uma fuga ultrapassada do egoísmo do prazer.
O meu sexo no sexo do outro.
(...)
Sentindo o peso da minha mão ao compasso dele
Sendo protegido,
Distante,tão perto!
(...)
O pêndulo transformou em frutos pastosos
sujos que trazem gravado em si a lembrança do desejo...
do desejo de ir além
(...)
Assim volto a realidade
sinto sozinho e eternamente egoísta
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