sábado, 3 de setembro de 2011

Lembrei que tenho um blog. Isso mesmo! Tenho uma biografia, uma história e com certeza um planejamento para o futuro. Daí, vem meus sonhos. É! Sabia tenho sonhos. E dissem que tenho esperança. Mas, são eles que dissem.

Estou de volta. É sabádo a noite. Minha bolha está bem gigante aqui dentro do quarto. Cabe até outras pessoas, mas prefiro conversas de MSN....

Como gosto...e talvez, nem goste tanto.

sábado, 30 de abril de 2011

Vai....

Moça: talvez, seja apenas preciso conhecer o amor. Estar disposto já não é uma tarefa que conseguimos manter por muito tempo. Como "responder" quando não rolou nenhuma química, os dispostos atraem- se para o fracasso?
Ninguém me ensinou o que dizer quando sinto só.
Afinal, onde vão todos no sábado a noite.
Uma vontade tão grande de ficar aqui dentro de mim - bolinha de sabão!

Mas, não consigo!

domingo, 24 de abril de 2011

De nada

O que é moça a vida é muito pequena ou os lugares são os mesmos? Não consigo esquecer dos velhos momentos, nada tem mais prazer do que as lembranças. Vou para cama, mas não planejo nada, apenas recordo. Senhor, me diz aonde encontro pessoas como no passado? Nada tem graça, as músicas são sempre as mesma, os mesmos repetem os personagens e na balada os anos 90 ainda não terminaram. Peço então permissão só por instante de pedir desculpa e reunir todo mundo em um lugar só, fora de mim!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Agora.

Talvez, agora reste um canto novo, um salmo para Meu Deus e uma benção para os Orixás. É? Sei muito das conseqüências, mas disfarço do seu lado a fazer as mesmas escolhas. Comportamento meio estranho, que sabe um ritual desse desejo autístico. O passado é passado né garoto? Será mesmo. Parece que as coisas vão e volta, mas não posso dizer que ainda vivo em fases. Talvez. Já mudei de Deuses muitas vezes, meus sonhos estão lá bem distantes e volto a falar de rotina. Quero resultados, mesmo que seja apenas continuar a fazer meus planos. Planejei demais...

domingo, 20 de março de 2011

Notícias...

Muitas vezes meus pés não tocam no chão. Ligo o som, fecho os olhos e mergulho ali dentro de mim. É um caminho meio inseguro, talvez ainda não conheça os meandros desse riacho. Logo, perto da entrada existem quedas profundas. Misturado com a angústia de chegar logo com esse desejo... deixe tudo como está, estou satisfeito com esse verbo. Não tenho conhecido ninguém interessante, mentira tenho sim. Só que eles terminam dando tchau sem tremer as mãos. Tenho pavor de pessoas frias, relaxadas que não nos fazem sonhar com nada. Sinto saudade de acordar de manhã desejando compartilhar aquele momento de lazer. Deixa para lá? Não estou com muita inspiração hoje, mas também estou odiando ter que ter inspiração para fazer alguma coisa. Ia falar de raízes (que o passado nos leva além, reconhecendo nossos sonhos nos personagens dos filmes havendo sempre uma canção falando tudo sobre a gente). Decidi aceitar que tudo é cíclico vai e vem nesses e em com outros movimentos. Na moral: estamos sempre a fugir de alguma coisa – usando outra para justificarmos inconscientemente nossos erros e vitórias. Nada acaba eternamente, tudo passa (?), permanece ligado na gente, pelo menos na lembrança.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Talvez, essa seja a melhor parte da história. Infelizmente, estes corpos estão todos marcados pela desigualdade social. Enquanto, estamos aqui sentados tranqüilos com nossos personagens ali de cima, reunidos nos cantos dos becos novos homens espalham seus sonhos e velhos meninos já brincam de acender cigarro. São nossos malandros que re-inventaram do nosso “jeitinho brasileiro” uma forma de prolongar suas vidas. Desfilamos diante deles com sorriso – boca meio aberta - naturalizamos a violência, justificamos erros históricos protegidos pela ciência, nos muros do condomínio e nas fronteiras do corpo. Erguemos diante do espelho a inocência e a moral, grandes estereótipos corporais. Já não se sabe onde começa o herói e termina o bandido. Onde está à fantasia, o fetiche, o medo? Não existem janelas para as mulheres, os negros não estão entre os brancos e os gays só tem espaço entre os ativos. Tudo é lento e calmo: quando você não está entre eles. E aonde entra a melhor parte da história? Antes eu apostaria no processo revolucionário, falaria que a vida é feita de opções e incentivaria cada um a tomar partido. Mas, não! Hoje misturo a eles e quase perco a diferença. A fraternidade da direita mistura-se com a igualdade da esquerda, diante o estranhamento (nojo, a saudade do calor e dos objetos de luxo), descubro aquilo que ainda posso ser. Transcender! No outro perco pré- conceitos, avalio o tempo e vou além das aparências. Essa não é verdadeira história, mas é a história que escolhe para mim e que vou contar para teus netos.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

As pessoas que já acompanham meu Blog sabe que este não é um "site" informativo, mas algo bem pessoal e subjetivo, porém hoje resolvi escrever um texto sobre a turnê de Amy Winehouse no Brasil.
A imagem da artista é passada nos meios de comunicação como uma "cantadora que aos poucos está perdendo seu sucesso pelos excesso de álcool e outras drogas".
Mas, afinal o que tem por detrás de toda imagem midiática construída em cima de Amy?
A cantora chegou no Brasil no inicio do mês fazendo show's nas principais capitais - com o palco cercado de jornalista a espera de um desfio da cantora a estrela do jazz cantou suas principais músicas com muito receio.
Os meios de comunicação estavam prontos para julgar a partir de um copo vermelho cheio de uma bebida não identificada.
Amy não é uma artista comum, é uma personagem que carrega o símbolo da violência, da contradição da fantasia da música e a do objeto concreto de uma pessoa comum, com vícios, decepções e frustrações.
Como foi dito na Rede Globo: " o mundo espera de Amy algo muito mais do que música".
E a mídia sabia que sua tendência ao álcool não "estaria curada" e não poderia estar porque simbolizaria a vitória do a- normal sobre o desejo.
Devemos entender que Amy não é uma princezinha criada em Hollywood para agradar 30 mil pessoas em cima de uma caixa preta.
Ela tem brilho, tem um estilo próprio, diferente da caricaturas subordinadas a uma indústria musical.
Amy grita, bebe, bate e assim demonstra que o irreal (des)dobra-se nas fronteiras de hábitos que ainda consideramos como não- civilizados - até na música